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domingo, 26 de maio de 2013

Por uma amor ágape

Em um domingo ensolarado, caminhei a uma missa matutina buscando reforçar minha fé, missa para as crianças já é algo que me afaga o coração. Os raios de sol entravam pelos vitrais coloridos causando uma explosão de cores ao lado do altar e o padre iluminado falou sobre meu tema preferido: o amor!
Após um tranquilo final de semana na companhia de mim mesma, desfrutando do prazer do auto-conhecimento, a principal frase do sermão fica como frase do dia, da semana e diria até que deste mês de maio: não há amor sem diálogo. 
Para amar é preciso conversar... Com Deus, com a família, com os amigos, com as pessoas ao seu redor e especialmente com você mesmo! Essa mensagem veio reforçar a leitura que eu estava fazendo do livro "Feridas da Alma" (Reginaldo Manzotti, 2012), que ao final do livre fala sobre as virtudes necessárias para o desenvolvimento da espiritualidade e fé: temperança, prudência, fortaleza e justiça.
A temperança é responsável pelo domínio da vontade sobre os instintos. A prudência ajuda a desenvolver a inteligência dando-nos discernimento sobre o certo e o errado, com ela temos o conselho, o discernimento e a humildade. A fortaleza é a perseverança, é a capacidade de enfrentar situações difíceis sem esmorecer, manter-se forte ao que acredita, ajudando-nos a ser pacientes e serenos.E por fim a justiça consiste em respeito a amor ao próximo, retidão de conduta. "Não favoreça o pobre nem prestigie o poderoso. Julga o próximo conforme a justiça."(cf. Lv 19,15). 
A justiça trata da ética, caracterizada pela honradez e diligência. Enquanto a honradez diz de pessoas justas, a diligência representa a força e o amor, o zelo e esmero. Emprestando as palavras do livre: "Diligente, portanto, é uma pessoa capaz de criar vínculos profundos, preocupando-se com os temas que realmente importam e não com superficialidades." E termina com a frase de um sábio, que para mim é o auge do livro: 
"Pessoas inteligentes falam de idéias; pessoas comuns, de coisas; e pessoas medíocres falam de pessoas."
Finalizando com o sermão da missa: há tanta maldade acontecendo hoje porque as pessoas viraram as costas para Deus. Longe de mim querer me passar pela maior frequentadora da igreja, mas concordo com a frase pois quem acredita e teme em algo, se preocupa em fazer o bem ao próximo e agir de forma a preservar a harmonia da vida em sociedade. Em minha humilde opinião, os mandamentos não passam de regras simples de boas maneiras para o bom convívio; e a religião, um instrumento para exercitar o amor ao próximo e outras virtudes.
Ame, sinta, respeite, viva em harmonia, independente de raça, religião, time, condição econômica.
E ainda mais: "Escolha um trabalho que ame e não terás que trabalhar um único dia de sua vida" (Confúcio).
Que assim seja...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Leituras

Tanto tempo distante, tantas coisas a fazer, correria, mudanças. Um breve retorno, infinitas historias, a maioria já esquecida, sem importância ou longe do calor da emoção que é necessário para se contar bem algo...
Continuo estudando na pós- graduação, continuo sonhando com um mundo melhor e agora sou oficialmente uma odontopediatria! Com relação a isso o mais importante continua sendo meu incansável interesse pelo comportamento e educação infantil.
Estou iniciando uma prazeiroza leitura, a qual descobri em uma reportagem da revista Veja. Curiosamente eu e me minha mãe nos interessamos e discutimos o assunto, até que ela resolveu comprar o livro e agora esta em minhas mãos...
Estou apreciando a leitura e pretendo discutir sobre ela em breve, a quem possa interessar o livro chama: crianças francesas não fazem manha.